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07/11/2022 10:00:00
O pedido feito por meio de um dos canais de atendimento ao cidadão orienta o roteiro dos caminhões, que de uma só vez podem recolher o equivalente a dez carrinhos de mão de lixo vegetal e cinco de caliça

 

Quem tem sobras de construção ou restos vegetais resultantes de poda precisa acionar o serviço 156, da Prefeitura de Curitiba, antes de colocar todo esse material em frente de casa. O serviço é grátis e pode ser pedido pelo telefone, chat, internet ou aplicativo de smartphone.

Específico para cada categoria de resíduo, o caminhão de coleta passa no endereço indicado e faz o recolhimento em poucos dias. O material deve ser colocado em frente do número predial que requisitar o recolhimento, respeitando a circulação de pessoas e veículos, e jamais ser descartado em beiras de rio, fundos de vale ou terrenos baldios.

O pedido de recolhimento feito por um desses canais orienta o roteiro dos caminhões, que de uma só vez podem recolher o equivalente a 10 carrinhos de mão de lixo vegetal e cinco de caliça ou, no máximo, 1,5 metro cúbico por mês.

Caliça e restos de poda não se misturam. O resíduo além dessa quantidade caracteriza o imóvel como um grande gerador pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente (SMMA) e, por isso, deverá ser recolhido por serviço privado.

De olho no descarte

A Administração Regional de Santa Felicidade, na região Norte da cidade, aposta na educação ambiental dos moradores para disciplinar o descarte dos resíduos e, assim, evitar que ele atrapalhe a circulação de pessoas nas calçadas e entupa bueiros.

“Nossas equipes estão atentas ao problema e abordando os moradores, com a entrega de material informativo, para que se desfaçam corretamente dos resíduos”, conta a administradora regional da área, Simone da Graça das Chagas Lima. Os folders trazem, é claro, os personagens da Família Folhas para sensibilizar a população a fazer o descarte correto.

Agindo certo

O bairro Santa Felicidade esteve entre os locais visitados na última semana. Morador da área há 30 anos, Nivaldo Aureliano convive com os restos de material de construção originados pela reforma que o cunhado faz na casa ao lado. “Daqui a pouco passa o caminhão, que não demora e vem logo que ele pede. Acho que todo mundo deveria fazer isso antes de colocar os restos pra fora”, opina.

Há 13 anos em Curitiba, Simone Pedroso Ribeiro também aciona a coleta pelo 156 antes de colocar o lixo vegetal em frente de casa, mas sofre com a vizinhança que não faz o mesmo. “Ali é sempre assim, cheio de entulho, feio. Se eles pedissem o caminhão, não estava assim porque a gente sabe que vem rápido e leva tudo”, lamentou, apontando o local. O imóvel também fez parte da abordagem e será objeto de acompanhamento pela Regional.

Segundo o diretor do Departamento de Limpeza Pública da SMMA, Edélcio Marques dos Reis, por mês são recolhidos cerca de 12 mil toneladas de resíduos vegetais e da construção civil em Curitiba. A Regional Santa Felicidade produz cerca de 10% desse total.

 

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